O Ministério Público de São Paulo (MPSP) está avaliando a extensão dos danos causados por uma explosão em uma tubulação de gás no bairro do Jaguaré, zona oeste da capital paulista. O acidente ocorreu na tarde desta segunda-feira (11).
A explosão aconteceu por volta das 16h10 na Rua Doutor Benedito de Moraes Leme, durante uma obra realizada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Segundo a Defesa Civil, o rompimento afetou uma tubulação de gás liquefeito de petróleo (GLP) da Comgás. O incidente resultou na destruição de várias casas, na morte de um homem e em três pessoas feridas.
Fausto Junqueira de Paula, subprocurador-geral de tutela cível e coletiva do MPSP, explicou que o objetivo é apurar a extensão dos danos, as violações de direitos e recompor a situação. A prioridade é garantir os direitos fundamentais das vítimas. Representantes das áreas de consumidor, urbanismo, idoso e infância do MPSP estão na região para avaliar os estragos e visitar as vítimas. A segurança das pessoas é a primeira preocupação, seguida por questões de patrimônio, integridade física e dignidade.
Não há prazo definido para respostas às famílias ou para a responsabilização dos envolvidos.
As famílias cujas casas foram destruídas ou parcialmente afetadas recebem auxílio inicial de R$ 2 mil das empresas Comgás e Sabesp. As companhias também oferecem assistência médica e psicológica, além de alojamento em hotéis para os moradores afetados.
O MPSP segue acompanhando a situação para garantir que todos os direitos das vítimas sejam respeitados. A avaliação dos danos continua nos próximos dias, com foco na reparação dos prejuízos materiais e imateriais causados pela explosão.
