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China reage a BYD em lista suja de trabalho escravo

A China reagiu à inclusão da montadora chinesa de carros elétricos BYD em uma lista de empregadores acusados de trabalho escravo. A lista, de caráter público, expõe 169 empresas e indivíduos.

A inclusão na relação ocorre após a conclusão de um processo administrativo, sem possibilidade de recurso. Os nomes permanecem listados por um período de dois anos. A saída da lista depende da regularização da situação e da ausência de novos casos durante esse intervalo.

Em um desdobramento político internacional, a colunista Sandra Cohen comentou a postura do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em relação ao Irã. Em seu blog, ela avaliou que a autodeclarada “vitória” de Trump soa mais como um recuo e uma concessão. Trump afirmou que “muitos pontos já foram acordados” com o governo iraniano.

No cenário econômico brasileiro, a queda do dólar frente ao real tem sido tema de análise. Reportagens buscam explicar se o movimento se deve a uma moeda norte-americana mais fraca ou a um real mais forte, em um momento de vaivém cambial.

No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes pediu que o plenário vote uma ação que discute os limites temporais para a apresentação de uma delação premiada. O caso está em andamento na Corte.

No chamado Caso Master, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que aconselhou o ministro Moraes. Lula disse ter recomendado: “Não permita que [o ex-juiz] Vorcaro jogue fora sua biografia”. A declaração foi dada em um evento político.

Em ano eleitoral, partidos políticos registram movimentos de filiações. O PL e o partido Missão foram os que mais ganharam novos filiados recentemente. Por outro lado, o MDB foi a legenda que mais perdeu associados, seguida por um recuo nas filiações do PT.

No Rio de Janeiro, um incêndio atingiu o telhado do Velódromo Municipal. Veículos de imprensa divulgaram imagens comparando o estado do local antes e depois do fogo, que foi controlado pelos bombeiros.

Em um tema de história espacial, uma reportagem revisitou o fato de que bandeiras dos Estados Unidos foram deixadas na Lua por missões Apollo há mais de cinquenta anos. A matéria levanta a questão sobre o que aconteceu com esses símbolos após décadas expostos ao ambiente lunar.

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